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Curiosidade

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MOCCUS DEUS DOS PORCOS
Os Porcos entre os Celtas e os Povos Germânicos
Na Europa Central os porcos domésticos já eram conhecidos desde o século V a.C., onde foram representados em cerâmicas. Assim como para os celtas, os porcos tinham para os povos germânicos, extrema importância como fonte geradora de alimentos. A domesticação da espécie permitiu que a caça ao javali diminuísse consideravelmente.
Considerados símbolos de força física, vitalidade e virilidade, sobretudo os reprodutores masculinos da espécie eram utilizados em rituais e oferendas. Os celtas, que adoravam muitos deuses, também possuiam um deus para o porco. Moccus, o deus dos porcos foi motivo estampado em moedas da época. Também os nobres celtas eram enterrado com um porco ou parte dele, levando consigo para a eternidade, a virilidade e a vitalidade.
O escritor romano Tacitus (55 - 115 d.C.) citou em sua obra Germania os desenhos e representações de porcos que os soldados germânicos traziam em suas roupas. As mesmas figuras também foram encontradas em sepulturas de mulheres, possivelmente como símbolo da fertilidade. Assim como para os romanos, os porcos representavam também para os povos do norte, prosperidade, riqueza e fartura. Esse significado ainda permanece na mitologia germânica e podem ser encontrados em cartões de felicitações pelo ano-novo, aniversário, casamento ou formatura.
Diferente dos romanos, os germânicos e celtas não se preocuparam, no início, com as instalações para os animais. O tipo de criação era em florestas, onde havia o cruzamento livre com raças de javalis. Estima-se que um porco atingia nas florestas do norte, em cerca de dois anos, um peso de 40 até 60 kg. (Hoje, atinge cerca de 100 kg em poucos meses).


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