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Curiosidade

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ARNOLDO MONTEIRO BACH LANÇA LIVRO \" PORCADEIROS \"
O escritor Arnoldo Monteiro Bach da Academia de Letras dos Campos Gerais lançou, na noite de ontem, a sua 8ª obra. Para mostrar ao público o livro ‘Porcadeiros’, um evento foi realizado no Sítio Minguinho no município de Palmeira com a presença da Orquestra Viola e Cantoria de Curitiba. O lançamento faz parte das comemorações dos 180 anos da imigração alemã no Paraná e conta com o apoio da Associação Germânica dos Campos Gerais.
Nessa obra, Bach trás uma nova linha de resgate de um ciclo \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"muito importante\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\". \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"As tropas de porcos é um assunto que já vinha sendo explorado por alguns autores, mas não com a devida ênfase\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\", justifica. Como ‘Porcadeiros’, o autor se refere às pessoas que participavam do processo, como safristas e estocadores. \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"Os safristas também estavam envolvidos, pois colocavam estes porcos para colher e assim ficarem saudáveis para aguentar as grandes jornadas\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\", explica.
Através de suas pesquisas, o escritor acabou descobrindo muitas histórias interessantes. Um membro muito importante dessa fase, segundo ele, foi o italiano Francisco Matarazzo, um dos grandes incentivadores da produção de banha no Brasil, e consequentemente, das tropas de porcos. \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"Antes da chegada de Matarazzo, o Brasil importava muita banha. Ele viu aí uma oportunidade\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\".
Além de incentivar a produção, Matarazzo deu outra contribuição ao setor. Foi ele quem começou a armazenar a banha em potes menores. \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"Antes eram estocadas em grandes guarnições\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\", historia. Foi com essas e outras que o italiano chegou a se tornar dono do maior império industrial da América Latina.
Além de personalidades como Matarazzo, Bach traz em sua obra personalidades importantes da história de Ponta Grossa. Algumas famílias ainda tradicionais no município foram peças importantes da época (o livro retrata parte da história do Tropeirismo a partir de 1882, após chegada de Matarazzo no Brasil). Justus, Nadal, Hilgemberg, Schnekemberg e Schafka são algumas dessas famílias que têm sua história retratada em ‘Porcadeiros’. \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"A família Justus mantinha uma grande fábrica de banha\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\", relata, destacando que o produto era mercadoria de valor. \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"Naquela época era sinal de status ter um porquinho no quintal de casa. Significava que a família tinha carne para comer e banha para conservar e fazer embutidos\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\". As Tropas de Porcos se estenderam até a década de 50. \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\"Com a abertura das estradas o tropeirismo foi chegando ao fim\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\", relata Bach.


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